Durante sessão legislativa realizada nesta terça-feira, a deputada distrital Doutora Jane (Republicanos) justificou sua decisão de se abster na votação relacionada ao Banco BRB
A parlamentar deixou claro que sua posição não representou um voto contrário ao Governo do Distrito Federal nem à condução da governadora em exercício, Celina Leão, da qual é aliada e integrante da base governista. Segundo ela, a abstenção ocorreu exclusivamente pela ausência de informações consideradas essenciais para uma decisão responsável.
Em seu pronunciamento, Doutora Jane relembrou que o processo teve início quando o então presidente do BRB apresentou à Câmara Legislativa uma proposta de aquisição do Banco Master, estimada inicialmente em R$ 2 bilhões. Na ocasião, afirmou a deputada, os parlamentares não receberam documentação detalhada, mas confiaram nas informações apresentadas e aprovaram a operação por acreditarem que ela representaria uma oportunidade de fortalecimento do banco público e de benefícios para o Distrito Federal.
A parlamentar destacou que votou favoravelmente naquele momento por entender que estava defendendo os interesses da população brasiliense e contribuindo para o crescimento do BRB. Entretanto, ao longo do processo, surgiram novas informações e questionamentos que, segundo ela, aumentaram as dúvidas sobre a operação e seus desdobramentos.
Um dos principais pontos levantados pela deputada foi a falta de esclarecimentos diretamente aos parlamentares distritais. Doutora Jane observou que o atual presidente do BRB compareceu ao Senado Federal para prestar explicações sobre o caso, mas não esteve na Câmara Legislativa do Distrito Federal para apresentar os mesmos esclarecimentos aos deputados responsáveis por analisar o tema no âmbito local.
A deputada também criticou a ausência do relatório completo da auditoria independente mencionada durante as discussões. Segundo ela, o acesso a esse material seria fundamental para que os parlamentares pudessem avaliar com mais segurança os riscos, as garantias e a viabilidade da operação.
Durante sua fala, Doutora Jane afirmou que ainda existem muitas dúvidas sobre o futuro do projeto e sobre a capacidade de os recursos anunciados serem suficientes para assegurar os resultados esperados. Para a parlamentar, há diversas condicionantes que ainda precisam ser cumpridas e questões que permanecem sem resposta.
“Se eu não tenho todas as informações necessárias para formar convicção, não posso votar nem favoravelmente nem contrariamente”, resumiu a deputada ao justificar sua posição.
A parlamentar ressaltou ainda seu respeito aos servidores da instituição e às famílias que dependem do banco, mas afirmou que a discussão envolve interesses muito mais amplos, relacionados ao patrimônio público e à segurança financeira do Distrito Federal.
Ao encerrar seu pronunciamento, Doutora Jane reafirmou seu apoio à governadora Celina Leão e destacou que continua integrando a base do governo. Segundo ela, sua abstenção não representou rompimento político ou divergência com o Executivo, mas sim uma postura de responsabilidade diante da falta de informações que lhe permitissem votar com a segurança exigida por um tema de tamanha relevância para o Distrito Federal.
A parlamentar deixou claro que sua posição não representou um voto contrário ao Governo do Distrito Federal nem à condução da governadora em exercício, Celina Leão, da qual é aliada e integrante da base governista. Segundo ela, a abstenção ocorreu exclusivamente pela ausência de informações consideradas essenciais para uma decisão responsável.
Em seu pronunciamento, Doutora Jane relembrou que o processo teve início quando o então presidente do BRB apresentou à Câmara Legislativa uma proposta de aquisição do Banco Master, estimada inicialmente em R$ 2 bilhões. Na ocasião, afirmou a deputada, os parlamentares não receberam documentação detalhada, mas confiaram nas informações apresentadas e aprovaram a operação por acreditarem que ela representaria uma oportunidade de fortalecimento do banco público e de benefícios para o Distrito Federal.
A parlamentar destacou que votou favoravelmente naquele momento por entender que estava defendendo os interesses da população brasiliense e contribuindo para o crescimento do BRB. Entretanto, ao longo do processo, surgiram novas informações e questionamentos que, segundo ela, aumentaram as dúvidas sobre a operação e seus desdobramentos.
Um dos principais pontos levantados pela deputada foi a falta de esclarecimentos diretamente aos parlamentares distritais. Doutora Jane observou que o atual presidente do BRB compareceu ao Senado Federal para prestar explicações sobre o caso, mas não esteve na Câmara Legislativa do Distrito Federal para apresentar os mesmos esclarecimentos aos deputados responsáveis por analisar o tema no âmbito local.
A deputada também criticou a ausência do relatório completo da auditoria independente mencionada durante as discussões. Segundo ela, o acesso a esse material seria fundamental para que os parlamentares pudessem avaliar com mais segurança os riscos, as garantias e a viabilidade da operação.
Durante sua fala, Doutora Jane afirmou que ainda existem muitas dúvidas sobre o futuro do projeto e sobre a capacidade de os recursos anunciados serem suficientes para assegurar os resultados esperados. Para a parlamentar, há diversas condicionantes que ainda precisam ser cumpridas e questões que permanecem sem resposta.
“Se eu não tenho todas as informações necessárias para formar convicção, não posso votar nem favoravelmente nem contrariamente”, resumiu a deputada ao justificar sua posição.
A parlamentar ressaltou ainda seu respeito aos servidores da instituição e às famílias que dependem do banco, mas afirmou que a discussão envolve interesses muito mais amplos, relacionados ao patrimônio público e à segurança financeira do Distrito Federal.
Ao encerrar seu pronunciamento, Doutora Jane reafirmou seu apoio à governadora Celina Leão e destacou que continua integrando a base do governo. Segundo ela, sua abstenção não representou rompimento político ou divergência com o Executivo, mas sim uma postura de responsabilidade diante da falta de informações que lhe permitissem votar com a segurança exigida por um tema de tamanha relevância para o Distrito Federal.



